Festival Y#16 – festival de artes performativas – NOVAS DATAS

19.junho.2020 [6ª feira] > 21h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras 
Budda Power Blues > Concerto

© Direitos Reservados

Considerados a melhor e mais importante banda de Blues nacional, os Budda Power Blues têm em Budda Guedes a figura mais notória do género em Portugal. Com o trio como formação, são reconhecidos por frequentemente juntarem 3 vozes à guitarra, baixo e bateria, oferecendo uma massa sonora pouco habitual nesta formação. O trio conta concertos no Blues Garage, Cotai Jazz & Blues fest, Blue Balls Festival, Lusitainian Blues Night Aalt Stadhaus, entre outros. Se tivéssemos que resumir um concerto de Budda Power Blues numa frase diríamos que se trata de um espetáculo de Blues do séc. XXI bem condimentado com todas as origens do estilo e onde o entretenimento anda lado a lado com a mestria dos instrumentos e arranjos.

Ficha artística:

Voz e Guitarras: Budda Guedes | Bateria: Nico Guedes | Baixo: Carl Minnemann

Música (Blues) | Duração: 75 min. | Classificação etária: maiores 6 anos

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26.junho.2020 [6ª feira] > 21h30 | Castelo Branco > Cine-Teatro Avenida
Lígia Soares > “Cinderela”

© Bruno Simão

Um homem e uma mulher entram em cena e aproximam-se um do outro dispondo-se com cuidado e técnica numa pose romântica que se estende a toda a duração do espetáculo.

Com o intuito de criar uma metáfora em torno dos contos de fadas que povoam o imaginário de todos nós, Lígia Soares apresenta Cinderela. Uma peça de teatro que se assume como um diálogo sobre o amor romântico que, na resistência à mudança de posição, revela uma analogia à imobilidade social.

Os atores Crista Alfaiate e Cláudio da Silva representam em palco uma Cinderela e um príncipe dos tempos modernos, um casal atingido por um conflito latente, decorrente das assimetrias dos seus estratos sociais.

Ficha artística

Direção e Texto: Lígia Soares | Cocriação e Interpretação: Cláudio da Silva e Crista Alfaiate | Música e Apoio à Dramaturgia: Mariana Ricardo| Cenário: Henrique Ralheta | Luz: Rui Monteiro | Assistência de Ensaios: Mia Tomé | Coprodução: Teatro Municipal São Luiz, Teatro Municipal do Porto-Rivoli, Teatro Aveirense e Teatro Viriato | Apoio: O Espaço do Tempo, Companhia Olga Roriz, Polo Cultural das Gaivotas/CML

Teatro | Duração: 60 minutos | Classificação etária: M/12 anos

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04.julho.2020 [sábado] > 17h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Formiga Atómica > “A Caminhada dos Elefantes”

Dirigido a famílias

© Filipe Ferreira

Este espetáculo conta a história de um homem e de uma manada de elefantes. Quando o homem morre, os elefantes fazem uma caminhada misteriosa a sua casa, para lhe prestar uma última homenagem: não era um homem qualquer, era um deles.

 “A Caminhada dos Elefantes” é sobre a existência, a vida e a morte, e o caminho que todos temos de fazer, um dia, para nos despedirmos de alguém. Um espetáculo que reflete sobre o fim, que é um mistério para todos nós, crianças ou adultos.

O projeto contemplou um extenso trabalho de pesquisa junto de cerca de 200 crianças, com idades entre os 6 e os 10 anos.

Ficha artística

Encenação: Miguel Fragata | Texto: Inês Barahona | Interpretação: Miguel Fragata Cenografia e figurinos: Maria João Castelo | Música: Fernando Mota | Luz: José Álvaro Correia | Direção técnica: Pedro Machado | Apoio à dramaturgia: Madalena Paiva Gomes (Psicologia) e Elvira Leite (Pedagogia) | Consultoria artística: Giacomo Scalisi, Catarina Requeijo e Isabel Minhós Martins | Produção: Clara Antunes e Luna Rebelo/Formiga Atómica | Coprodução: Formiga Atómica, Artemrede, Centro Cultural Vila Flor, Maria Matos Teatro Municipal, Teatro Viriato | A Formiga Atómica é uma estrutura financiada por: República Portuguesa-Cultura/DGARTES- Direção-Geral das Artes

Teatro | Duração: 50 minutos | Classificação etária: M/6 anos

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11.julho.2020 [sábado] > 22h | Castelo Branco > Campo Mártires da Pátria (Devesa)
PIA – Projetos de Intervenção Artística > “O2 [Oxygen]”

© CMBraga

“Num futuro frágil e incerto, emerge um Mundo entorpecido pela desenfreada modernização, suspenso pelas poucas memórias que ainda ecoam em corpos resilientes na procura incessante do elemento vital que lhes suporta a Vida.”

Uma Performance que, através das linguagens do Teatro Físico e das Formas Animadas, convida o espectador a uma reflexão sobre como poderia sobreviver uma sociedade, onde a tecnologia desvanece as relações humanas e o acesso ao oxigénio se torna um luxo.

Ficha artística

Autoria, Encenação, Direção Artística e Plástica: Pedro Leal | Direção de Produção e Audiovisuais: Helena Oliveira | Formas Animadas/Conceção Plástica: Pedro Leal | Sonoplastia, Equipa Técnica e Construção: Álvaro Presumido | Performers: Ana Andrade, Helena Oliveira, Manuel Amarelo, Mafalda Cabral, Pedro Leal, Tiago Augusto | Produção: PIA – Projetos de Intervenção Artística CRL | Parceiros: Long Fung Drama Club (Macau) | Apoio à Criação: Instituto Cultural de Macau, Fundação de Macau e Fundação Oriente | Apoio à Criação: Fundação GDA

Artes de rua | Duração: 50 minutos | Classificação etária: M/7 anos

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20 a 24.julho.2020 | Covilhã > Auditório EPABI
Joana Gama & Luís Fernandes [residência artística]

© Lais Pereira

A convite da Quarta Parede, Joana Gama e Luís Fernandes propõe-se a voltar à composição de música em duo. Em contexto de residência artística o duo dedicar-se-á a compor novo material a partir da experiência acumulada nas diversas colaborações levadas a cabo nos últimos 4 anos. Em dezembro (data a anunciar), será ainda realizado um concerto dirigido ao público em geral e uma sessão educativa, dirigida aos alunos da EPABI, composta por um miniconcerto e uma sessão de esclarecimento sobre técnicas e processos de composição utilizados durante a semana.

Ficha artística

Piano: Joana Gama | Eletrónica: Luís Fernandes

Música

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05.agosto.2020 [4ª feira] > 21h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Ignasi Duarte com Gonçalo M. Tavares > “Conversas Fictícias”

© Susana Paiva

O artista Ignasi Duarte interroga em cena Gonçalo M. Tavares mediante perguntas que o escritor formulou a personagens das suas obras. Conversas fictícias é um exercício de apropriação literária cuja finalidade não é representar ou adaptar um texto à cena, mas obter um novo relato a partir da própria literatura, dos seus restos. Uma abordagem que revela a natureza do projeto como um instrumento de criação em si mesmo.

www.conversasficticias.com

Ficha artística

Ideia, guião, direção: Ignasi Duarte | Intérpretes: Gonçalo M. Tavares e Ignasi Duarte | Produção: Vasco Neves/Citemor – Festival Montemor-o-Velho  

Cruzamentos | Duração: aprox. 60min. | Classificação etária: M/12

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CONTACTOS SALAS E BILHETEIRA

COVILHÃ > Auditório Teatro das Beiras

Travessa da Trapa, 2, 6200-216 Covilhã

Reserva de bilhetes:

Reserva de bilhetes pelos telefones 275 336 163/ 968 057 137 (dias úteis, no horário 10h-13h e 14h30-18h30) e e-mail quartaparedeartesperformativas@gmail.com. A reserva de bilhetes fica garantida por 24h. Local para levantamento de bilhetes reservados ou compra de bilhetes: Teatro das Beiras – Travessa da Trapa, nº 2, Covilhã, entre as 10h-13h.

Preços Bilhete:

Bilhete: 6,00 €

Bilhete c/desconto: 3,00 € (<25 anos, >65 anos, estudantes, profissionais do espetáculo, trabalhadores ADC, sócios INATEL)

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CASTELO BRANCO > Cine-Teatro Avenida

Avenida General Humberto Delgado, 6000-081 Castelo Branco

Reserva de bilhetes:

tel. 272 349 560 | cineteatro.avenida@gmail.com

Horário de bilheteira:

3ª feira a sábado: 14h00 às 19h00 | Dias espetáculo: 15h00 às 19h00 e a partir das 20h30

Preço Bilhete: 5,00 €

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FICHA TÉCNICA

Direção artística: Rui Sena

Assistência de programação e produção executiva: Sílvia Pinto Ferreira

Conceção de imagem: José Manuel Castanheira

Design gráfico: Joana Martinho Marques

Coordenação técnica: Pedro Fonseca

Apoio à produção e comunicação: Bruna Kievel

Apoio à comunicação: Celina Gonçalves

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Festival Y#16 – festival de artes performativas

Organização: Quarta Parede

Financiado por: Governo de Portugal | Direção Geral das Artes, Município da Covilhã, Município de Castelo Branco, Fundação Inatel, ADC – Águas da Covilhã.

Apoio à Divulgação: RTP- Antena 1 e Antena 2

Apoios regionais à divulgação: Jornal do Fundão, Rádio Clube Covilhã e Aqui Há Beira

Apoio: La Fundición-Centro de recursos para las Artes Escénicas, EPABI-Escola Profissional de Artes da Beira Interior, Teatro das Beiras, Citemor – Festival Montemor-o-Velho

Colaboração: UBI – Mestrado Estudos da Cultura, Escola Secundária Campos Melo, Conservatório de Música da Covilhã

CANCELAMENTO/ADIAMENTO_Início Festival Y#16 – festival de artes performativas

Face à evolução do surto de Coronavírus Covid19 e seguindo as recomendações das Autoridades de Saúde, a Quarta Parede cancela/adia o concerto de Budda Power Blues, espetáculo de abertura do Festival Y#16 – festival de artes performativas, que tinha sido programado para o dia 20.março, pelas 21h30, no Auditório do Teatro das Beiras.
O concerto irá realizar-se em data a anunciar segundo a evolução dos acontecimentos.

Festival Y#16 – festival de artes performativas – Programa

CARTAZ Festival Y#16 - festival artes performativas

Programa Festival Y#16 – festival de artes performativas:

20.março.2020 [6ª feira] > 21h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras 
Budda Power Blues > Concerto

Budda Power Blues_créditos reservados

créditos reservados

Considerados a melhor e mais importante banda de Blues nacional, os Budda Power Blues têm em Budda Guedes a figura mais notória do género em Portugal. Com o trio como formação, são reconhecidos por frequentemente juntarem 3 vozes à guitarra, baixo e bateria, oferecendo uma massa sonora pouco habitual nesta formação. O trio conta concertos no Blues Garage, Cotai Jazz & Blues fest, Blue Balls Festival, Lusitainian Blues Night Aalt Stadhaus, entre outros. Se tivéssemos que resumir um concerto de Budda Power Blues numa frase diríamos que se trata de um espetáculo de Blues do séc. XXI bem condimentado com todas as origens do estilo e onde o entretenimento anda lado a lado com a mestria dos instrumentos e arranjos.

Ficha artística:

Voz e Guitarras: Budda Guedes | Bateria: Nico Guedes | Baixo: Carl Minnemann

Música (Blues) | Duração: 75 min. | Classificação etária: maiores 6 anos

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17.abril.2020 [6ª feira] > 21h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Nerea Martinez > “Biraka”

Integrado no projeto Do outro lado/Al otro lado com La Fundición-Bilbau

BIRAKA 4

créditos reservados

“BIRAKA é um desafio pessoal; um desejo de investigar a minha memória e fazer uma viagem entre o corpo que eu fui e o que sou. Uma homenagem às minhas raízes.”

A peça indaga as conexões entre a dança tradicional Basca e a dança contemporânea, reunindo os dois mundos. Estabelece um diálogo coreográfico com a Cultura Basca a partir de uma linguagem contemporânea, reinventando elementos da tradição. A Txalaparta, um instrumento de percussão, imbui o trabalho de caráter Basco e oferece contemporaneidade pelas suas propriedades atonais e pela sua capacidade de inovação e experimentação.

Ficha artística

Conceito, Direção e Interpretação: Nerea Martínez | Direção de Cena: Matxalen Bilbao | Coreografia: Nerea Martínez, Matxalen Bilbao | Música: Argibel Euba, Eneko Uribe | Figurinos: Mónica Lavandera | Cenografia: Babel Studio | Fotografia: Borja Preciado, Jesús Robisco | Vídeo: Borja Preciado | Luz: Zigor Gorostiola | Produção: Mar Mar | Design Gráfico: Peru Isasi | Projeto com Residência de Criação: La Fundición, L’animal a l’esquena, Espacio Espiral, Arragua Lekeitio, BaratzaAretoa, Urduliz Kultur Etxea | Com o apoio de Eusko Jaurlaritza (Kultura Saila), BilbaoEszena, La Fundición.

Dança | Duração: 50 min. | Classificação etária: maiores 10 anos

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21.maio.2020 [5ª feira] > 14h30 | Covilhã > Auditório EPABI
Masterclass com Joana Gama & Luís Fernandes [residência artística]

A convite da Quarta Parede, Joana Gama e Luís Fernandes propõe-se a voltar à composição de música em duo. Em contexto de residência artística o duo dedicar-se-á a compor novo material a partir da experiência acumulada nas diversas colaborações levadas a cabo nos últimos 4 anos. Será ainda realizada uma sessão educativa, dirigida aos alunos da EPABI, composta por um miniconcerto e uma sessão de esclarecimento sobre técnicas e processos de composição utilizados durante a semana.

Ficha artística

Piano: Joana Gama | Eletrónica: Luís Fernandes

Música | Duração: 45 min.

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21.maio.2020 [5ª feira] > 21h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Ignasi Duarte com Gonçalo M. Tavares > “Conversas fictícias”

Conversas Fictícias IgnasiDuarte_©SusanaPaiva_4474

crédito foto: Susana Paiva

O artista Ignasi Duarte interroga em cena Gonçalo M. Tavares mediante perguntas que o escritor formulou a personagens das suas obras. Conversas fictícias é um exercício de apropriação literária cuja finalidade não é representar ou adaptar um texto à cena, mas obter um novo relato a partir da própria literatura, dos seus restos. Uma abordagem que revela a natureza do projeto como um instrumento de criação em si mesmo.

www.conversasficticias.com

Ficha artística

Ideia, guião, direção: Ignasi Duarte | Intérpretes: Gonçalo M. Tavares e Ignasi Duarte | Produção: Vasco Neves/Citemor – Festival Montemor-o-Velho

Cruzamentos | Duração: aprox. 60 minutos | Classificação etária: maiores 12 anos

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22.maio.2020 [6ª feira] > 21h30 | Covilhã > Auditório EPABI
Joana Gama & Luís Fernandes > Concerto

1 ©Lais Pereira

crédito foto: Lais Pereira

Neste concerto, o duo de piano e eletrónica composto por Joana Gama e Luís Fernandes apresenta um concerto com composições inéditas, criadas durante a residência artística. O trabalho espelhará a continuação da procura de uma linguagem singular na relação entre o piano e a eletrónica, na qual ambos são geradores de material harmónico, melódico e textural, a premissa para a residência artística de uma semana na Covilhã.

 

Ficha artística

Piano: Joana Gama | Eletrónica: Luís Fernandes

Música | Duração: 50 min.  | Classificação etária: a confirmar

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28.maio.2020 [5ª feira] > 21h30 | Castelo Branco > Cine-Teatro Avenida
Lígia Soares > “Cinderela”

006_CINDERELA_(cartaz)_©brunosimao_

crédito foto: Bruno Simão

Um homem e uma mulher entram em cena e aproximam-se um do outro dispondo-se com cuidado e técnica numa pose romântica que se estende a toda a duração do espetáculo.

Com o intuito de criar uma metáfora em torno dos contos de fadas que povoam o imaginário de todos nós, Lígia Soares apresenta Cinderela. Uma peça de teatro que se assume como um diálogo sobre o amor romântico que, na resistência à mudança de posição, revela uma analogia à imobilidade social.

Os atores Crista Alfaiate e Cláudio da Silva representam em palco uma Cinderela e um príncipe dos tempos modernos, um casal atingido por um conflito latente, decorrente das assimetrias dos seus estratos sociais.

Ficha artística

Direção e Texto: Lígia Soares | Cocriação e Interpretação: Cláudio da Silva e Crista Alfaiate | Música e Apoio à Dramaturgia: Mariana Ricardo| Cenário: Henrique Ralheta | Luz: Rui Monteiro | Assistência de Ensaios: Mia Tomé | Coprodução Teatro Municipal São Luiz, Teatro Municipal do Porto-Rivoli, Teatro Aveirense e Teatro Viriato | Apoio: O Espaço do Tempo, Companhia Olga Roriz, Polo Cultural das Gaivotas/CML

Teatro | Duração: 60 minutos | Classificação etária: maiores 12 anos

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6.junho.2020 [sábado] > 17h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Formiga Atómica > “A caminhada dos elefantes”

Dirigido a famílias

A caminhada ©Filipe Ferreira (7)

crédito foto: Filipe Ferreira

Este espetáculo conta a história de um homem e de uma manada de elefantes. Quando o homem morre, os elefantes fazem uma caminhada misteriosa a sua casa, para lhe prestar uma última homenagem: não era um homem qualquer, era um deles.

 “A Caminhada dos Elefantes” é sobre a existência, a vida e a morte, e o caminho que todos temos de fazer, um dia, para nos despedirmos de alguém. Um espetáculo que reflete sobre o fim, que é um mistério para todos nós, crianças ou adultos.

O projeto contemplou um extenso trabalho de pesquisa junto de cerca de 200 crianças, com idades entre os 6 e os 10 anos.

Ficha artística

Encenação: Miguel Fragata | Texto: Inês Barahona | Interpretação: Miguel Fragata Cenografia e figurinos: Maria João Castelo | Música: Fernando Mota | Luz: José Álvaro Correia | Direção técnica: Pedro Machado | Apoio à dramaturgia: Madalena Paiva Gomes (Psicologia) e Elvira Leite (Pedagogia) | Consultoria artística: Giacomo Scalisi, Catarina Requeijo e Isabel Minhós Martins | Produção: Clara Antunes e Luna Rebelo/Formiga Atómica | Coprodução: Formiga Atómica, Artemrede, Centro Cultural Vila Flor, Maria Matos Teatro Municipal, Teatro Viriato | A Formiga Atómica é uma estrutura financiada por: República Portuguesa-Cultura/DGARTES- Direção-Geral das Artes

Teatro | Duração: 50 minutos | Classificação etária: maiores de 6 anos

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11.julho.2020 [sábado] > 22h | Castelo Branco > Campo Mártires da Pátria (Devesa)
PIA – Projetos de Intervenção Artística > “O2 [Oxygen]”

O2 Oxygen NoiteBrancaBragaCMBraga (17)

crédito foto: CMBraga

“Num futuro frágil e incerto, emerge um Mundo entorpecido pela desenfreada modernização, suspenso pelas poucas memórias que ainda ecoam em corpos resilientes na procura incessante do elemento vital que lhes suporta a Vida.”

Uma Performance que, através das linguagens do Teatro Físico e das Formas Animadas, convida o espectador a uma reflexão sobre como poderia sobreviver uma sociedade, onde a tecnologia desvanece as relações humanas e o acesso ao oxigénio se torna um luxo.

Ficha artística

Autoria, Encenação, Direção Artística e Plástica: Pedro Leal | Direção de Produção e Audiovisuais: Helena Oliveira | Formas Animadas/Conceção Plástica: Pedro Leal | Sonoplastia, Equipa Técnica e Construção: Álvaro Presumido | Performers: Ana Andrade, Helena Oliveira, Manuel Amarelo, Mafalda Cabral, Pedro Leal, Tiago Augusto | Produção: PIA – Projetos de Intervenção Artística CRL | Parceiros: Long Fung Drama Club (Macau) | Apoio à Criação: Instituto Cultural de Macau, Fundação de Macau e Fundação Oriente | Apoio à Criação: Fundação GDA

Artes de rua | Duração: 50 minutos | Classificação etária: maiores 7 anos

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EM TRÂNSITO – Y  a caminho do Y – artes performativas para novos públicos

6.outubro.2020 [3ª feira] > 10h30 e 14h30| Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Catarina Gonçalves e Filipe Caldeira > “O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela”

Dirigido a público escolar

O cão que corre IMG_3282_SusanaPomba

crédito foto: Bruno Simão

Este espetáculo é um retrato-memória da infância escrito a quatro mãos (duas mãos que não param quietas; outras duas que as acompanham e observam), em que há espaço para o medo, o risco, a rua, um cão que ladra (e talvez morda) e um avô à janela capaz de nos proteger pelo canto do olho.

“Caco, porque é que estás a trepar?”, perguntava o meu avô Elísio. “Porque me chamo Caco, Caco, Caco…”, dizia eu a imitar o eco. O meu nome atirado contra uma montanha partir-se-ia em mil bocados. Quero dizer, em cacos. Talvez não seja o nome mais respeitável do mundo. Um nome que é um pedaço de uma coisa partida. Mas é o meu.

Ficha artística

Criação: Filipe Caldeira | Direção artística: Filipe Caldeira e Catarina Gonçalves | Interpretação: Filipe Caldeira e Catarina Gonçalves| Texto original: Isabel Minhós Martins | Apoio à dramaturgia: Joclécio Azevedo | Cenografia: Ana Guedes | Apoio à cenografia: Emanuel Santos | Sonoplastia: Rodrigo Malvar | Voz: Catarina Gonçalves | Figurinos: Jordann Santos | Desenho e operação de luz: Miguel Carneiro | Vídeo: Teresa Pinto | Apoio à residência: Teatro do Frio; Companhia Instável | Agradecimentos: Seteventos; Escola Viva | Produção Executiva e Difusão: Circular Associação Cultural | Coprodução: Maria Matos Teatro Municipal e Teatro Municipal do Porto Rivoli Campo Alegre

Teatro | Duração: aprox. 45 minutos | Classificação etária: maiores 3 anos

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13.outubro.2020 [3ª feira] > 10h30 e 14h30| Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Cláudia Gaiolas > “Antiprincesas – Frida Kahlo”

Dirigido a público escolar

Antiprincesas_FRIDA_fotografia©Estelle-Valente_74

crédito foto: Estelle Valente

“Frida Kahlo” faz parte de uma série espetáculos criados por Cláudia Gaiolas a partir da coleção “Antiprincesas”, sobre mulheres que marcaram a história: Frida Kahlo, Violeta Parra, Juana Azurduy e Clarice Lispector. São mulheres comuns, heroínas na vida real que desafiaram os cânones e revolucionaram o mundo através da arte, literatura ou política.

“Muito longe daqui, do outro lado do oceano, existe um país chamado México. Mé-xi-co. Neste lugar, há muito tempo, muito tempo, viveu uma menina chamada Frida. Frida. Parece Ferida? Mas não é. É Frrrrrida. Frida Kahlo, a maior pintora do mundo.”

Ficha artística

Direção: Cláudia Gaiolas | Interpretação: Leonor Cabral | Dramaturgia: Alex Cassal | Cenografia e figurinos: Ângela Rocha | Desenho de luz: Daniel Worm | Sonoplastia: Teresa Gentil | Fotografia: Estelle Valente | Produção executiva: Armando Valente | Coprodução: Teatro Meia Volta e Depois à Esquerda Quando Eu Disser, São Luiz Teatro Municipal e EGEAC – Programação em Espaço Público | Uma encomenda SLTM e EGEAC – Programação em Espaço Público, a partir da coleção Antiprincesas, edição de parceria entre a Tinta-da-China e a EGEAC

Teatro | Duração: 35 minutos | Classificação etária: maiores 3 anos

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25.outubro.2020 [domingo] > 15h30| Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Costanza Givone > “Famílias”

Dirigido a famílias

Familias©Danilo Galvão (25)

crédito foto: Danilo Galvão

A minha avó adorava organizar festas, convidava toda a família.

Uma atriz despe camadas de roupa à medida que revela fragmentos da história da sua família. Cada roupa, uma personagem. As memórias pessoais da criadora misturam-se com os contos das crianças ouvidas durante a construção do espetáculo, criando uma grande família imaginária juntamente com o público.

Os espectadores vão-se tornando família, partilham memórias reais e imaginárias. Dança e palavra convivem num espetáculo para teatros e salas não convencionais, que fala da enorme variedade de famílias que hoje existem, suas diferenças e afinidades.

Ficha artística

Criação e interpretação: Costanza Givone | Acompanhamento artístico: André Braga, Cláudia Figueiredo, João Vladimiro | Produção executiva: Ana Carvalhosa e Cláudia Santos | Design e vídeo: João Vladimiro | Produção: Circolando

Teatro | Duração: 50 minutos | Classificação etária: maiores 6 anos

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Y PÚBLICOS 2020 -EIXO DE PROGRAMAÇÃO ARTÍSTICO-PEDAGÓGICA

O Y PÚBLICOS valoriza o envolvimento, participação e formação de diferentes segmentos de público para e com as artes contemporâneas. Propõe-se um conjunto de ações orientadas pela transversalidade entre as artes performativas e outras áreas artísticas, do conhecimento e da vida e conectadas com os espetáculos do Festival Y#16.

Laboratório de Artes Performativas Sénior [LabSénior]

A tradição oral da Cova da Beira é base dramatúrgica e criativa do LabSénior em 2020-2021. Através do teatro, da narração de histórias e da música, ao longo de 2020 os participantes desenvolvem uma pesquisa que dará origem a pequenas performances a apresentar no final do ano para público em geral e público escolar.

De fevereiro a dezembro (semanal) Local: Centro Ativ’Idades/Covilhã Direção artística: Sílvia Pinto Ferreira

Participação gratuita sujeita a inscrição

Interseções

Espetáculos-Oficinas construídos a partir de temas da tradição oral da Cova da Beira resultantes do trabalho desenvolvido no LabSénior em 2020. Integra uma apresentação para público em geral e quatro para o Pré-Escolar e Ensino Básico (datas a anunciar).

Com participantes do LabSénior Direção artística: Sílvia Pinto Ferreira Composição sonora: Defski

Participação gratuita sujeita a marcação

 

Comunidade de Espetadores

Encontros informais entre o público e elementos das equipas artísticas para partilha de sentidos sobre os espetáculos do Festival Y#16. Uma oportunidade para conhecer mais a fundo os artistas e os seus processos criativos.

Encontros após espetáculos:

17.abril.2020 > Biraka de Nerea Martinez

21.maio > Conversas Fictícias de Ignasi Duarte com Gonçalo M. Tavares    

22.maio > Joana Gama e Luís Fernandes            

06.junho > A caminhada dos elefantes de  Formiga Atómica

Mediação: Sílvia Pinto Ferreira

Festival Y#16

CARTAZ Festival Y#16 - festival artes performativasconceção cartaz: José Manuel Castanheira

Agora que falamos de territórios de baixa densidade…

é precisamente numa dessas regiões que acontece um dos festivais de artes performativas mais antigos do interior e do país, o Festival Y. É com o desejo de fazer o melhor para a região que partimos para cada edição, na tentativa de quebrar fronteiras que o próprio país criou. Voltamos a trazer novos criadores, a provocar novos cruzamentos e a provocar os diversos públicos para novos desafios, sempre com o objetivo de mostrar as mais recentes criações nacionais ou estrangeiras. Renovamos a programação ao apresentar estruturas e criadores que pela primeira vez estão na região, devido às cumplicidades que criámos, das quais um bom exemplo é o Citemor-Festival de Montemor-o-Velho e a La Fundición de Bilbau. Com esta última, é novamente possível ligar este território ao País Basco através do projeto Do outro lado/Al otro lado que permite a circulação de criadores portugueses e bascos. essa cumplicidade que nos une ao longo dos anos a outros palcos da região – e aqui é justo mencionar a parceria com o Cine-Teatro Avenida em Castelo Branco – e que nos permite contrariar a ideia de que nada acontece nos “tais territórios” onde se pagam as portagens mais caras do país.

Apresentamos também dois eixos de programação e criação que complementam o trabalho iniciado com o Festival Y#16 e que são o Em Trânsito – Y a caminho do Y – artes performativas para novos públicos e o Y Públicos 2020 -Eixo de Programação Artístico-Pedagógica.

É por estas razões que resistimos e também porque acreditamos que o futuro dará uma imagem mais nítida do trabalho que os profissionais das artes performativas têm desenvolvido ao longo de anos neste território, para o qual parece que só agora o país acordou.

Rui Sena

Festival Y#15 – festival de artes performativas | Programa

CARTAZ FINAL

Celebramos em 2019 quinze edições do Festival Y. Comemoramos também a resistência da Quarta Parede para se reinventar. Celebramos com os públicos, com os criadores, com as diversas equipas técnicas e também com os novos apoios a nível local e nacional. Com um enorme e fraterno abraço aos que fizeram parte da organização de cada edição. Celebramos também a irreverência da criação contemporânea, em todas as suas disciplinas artísticas, das artes visuais, do vídeo, da música, da literatura, da dança e do teatro. Irreverência na sensibilidade, nos processos de criação, na provocação de universos infindáveis sobre a criação artística. Celebramos ainda a resiliência de querer estar no interior do país, do querer situar a região como um ponto importante de criação e programação, fora dos grandes centros. Não esquecemos as características do território e por isso o trabalho com as gerações que infelizmente não tiveram a oportunidade de ter a oferta de espetáculos, como hoje acontece, apesar das fragilidades que emergem a cada momento. Olhamos o futuro sempre fixados na ideia da transformação, e por isso não deixamos de mencionar a importância do trabalho com os mais jovens. Por todas as razões continua a valer a pena lutar para estar aqui, e contribuirmos para a construção da coesão do país, onde a cultura tenha um papel decisivo na formação de cada um de nós.

Rui Sena, diretor artístico

Programa Festival Y#15 – festival de artes performativas:

12.abril.2019 [6ª feira] > 21h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras 
Bruno e André Santos > Concerto “Mano a Mano”

Mano a Mano

créditos reservados

Bruno e André Santos têm vindo a tornar sério aquilo que começou em jeito de brincadeira lá por casa e que resulta agora no terceiro trabalho discográfico, para o qual os manos compuseram e fizeram arranjos, explorando as inúmeras possibilidades que um duo de guitarras pode, à partida, não parecer oferecer, acrescentando-lhe ainda dois instrumentos tradicionais da sua Ilha da Madeira, Braguinha e Rajão.
Ao vivo, para além de uma cumplicidade musical e pessoal muito bonita, Bruno e André juntam elegância, virtuosismo e algum humor a uma viagem musical com um cenário que remete para a sala de estar onde tudo começou. Os manos recebem assim o público em sua ‘casa’ e conversam, contextualizando e explicando a origem e o porquê de cada uma das canções que tocam.

Ficha artística:

Guitarra, Braguinha e Rajão: André Santos | Guitarra e Rajão: Bruno Santos

Música (Jazz) | Duração: 70 min. | Classificação etária: maiores 3 anos

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18.abril.2019 [5ª feira] > 21h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Dinis Machado > “Paradigma”

Dinis Machado_PARADIGMA_©Susana_Paiva

crédito foto: Susana Paiva

Em Paradigma, criamos um folclore DIY para corpos com identidades esbatidas, através de artefactos, narrativas, danças, rituais e músicas.

Paradigma é uma dança de um exotismo de lado nenhum. Um reclamar ritualista de diferença e cidadania. Uma paisagem criada de um “cadavre esquis” de referências paradoxais vindas dos lugares onde nascemos, dos lugares onde vivemos, de lugares onde nunca estivemos e sobretudo de lugares ficcionais. Tudo isto aglomerado com uma prática contínua.

Ficha artística

Um espetáculo de: Dinis Machado (SE/PT) | Música original: Hanna Kangassalo (SE/FI), Robert Tenevall (SE), Erik Sjölin (SE) | Vozes adicionais: Lillemor Tenevall, Kai Kangassalo, Gonçalo Ferreira, Britta Amft, Dinis Machado e pós produção de Henrik Wiklund (SE) | Assistência dramatúrgica: Pedro Machado (BR/UK), Gonçalo Ferreira (PT), Jorge Gonçalves (DE/PT) | Produção: Corp. (PT) e Ballet Contemporâneo do Norte (PT), com a produtora associada para Inglaterra Clair Hicks (UK) e administração na Suécia por Interim Kultur (SE) | Coprodução: Weld (Stockholm/SE), Teatro Municipal do Porto (Porto/PT), Dance4 (Nottingham / UK) e Gothenburg Dans & Teater Festival (Gothenburg/SE) | Dinis Machado é um artista associado de Ballet Contemporâneo do Norte (PT) e Weld (SE)

Dança | Duração: 60 min. | Classificação etária: maiores 6 anos

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27.abril.2019 [sábado] > 21h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Fernando Mota > “MAPA estórias de mundos distantes”

MAPA_ADULTOS©Susana_Paiva

crédito foto: Susana Paiva

Na sua génese está a pesquisa de histórias de resistência e evasão em países e territórios em guerra, de povos ocupados ou exilados, com especial enfoque no universo feminino. MAPA é um espetáculo multidisciplinar. Cruza várias linguagens e expressões como a música, a poesia, o teatro, as artes plásticas e o vídeo para criar um objeto performativo poético e imersivo que conta estórias e fragmentos de estórias de várias geografias. Musicalmente são utilizadas músicas e instrumentos da Nigéria, do povo Berber (na língua Amazigh), uma canção de embalar Palestina (em árabe), uma melodia encontrada numa placa de barro de 1400 AC na região de Ugarit, no Norte da Síria (possivelmente a composição musical mais antiga da qual temos registo), bem como uma série de peças originais e construções sonoras inspiradas em culturas musicais de África e do Médio Oriente.

Ficha artística

Criação e Interpretação: Fernando Mota | Dramaturgia e Traduções: Francisco Luís Parreira | Textos Adicionais: Poesia Popular Afegã, Eduardo Galeano | Direção Cénica: Caroline Bergeron | Música: Fernando Mota | Música Adicional: Braima Galissa, George Gurdjieff, Woody Guthrie | Cenografia: Fernando Ribeiro | Desenho de Luz: José Álvaro Correia | Vídeos: Miguel Quental | Operação Técnica: Catarina Côdea | Produção Executiva: Violeta Mandillo | Atrizes nos Vídeos: Ana Sofia Paiva, Cláudia Andrade e Lucília Raimundo | Vozes gravadas: Ana Sofia Paiva, Cláudia Andrade, Gaspar Vasques, Lucília Raimundo, Serena Sabat e Tiago Mota | Coprodução: Cine-Teatro Louletano, Teatro Aveirense e São Luiz Teatro Municipal | Projeto Apoiado pela República Portuguesa – Cultura I Direção-Geral das Artes

Cruzamentos | Duração: 60 min. | Classificação etária: maiores 16 anos

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29.abril.2019 [2ª feira] > 11h e 14h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Fernando Mota > “MAPA contos e cantos”

Dirigido a público escolar do Ensino Básico (1 e 2º Ciclo)

MAPA_infância©Susana_Paiva

crédito foto: Susana Paiva

Criado a partir de textos originais, poesia oral de mulheres afegãs, um poema de Eduardo Galeano, músicas e sonoridades de várias culturas de África e do Médio Oriente, desenhos de crianças de Darfur e outros materiais plásticos, procura fazer uma reflexão sobre os conceitos de território e fronteira, de pertença e de liberdade, com especial enfoque no universo infantil. Para este projeto foram criados vários instrumentos musicais a partir de objetos e materiais simbólicos como a Harpa Farpada (uma janela-harpa feita com arame farpado), o Remo (cordofone criado a partir do objeto que lhe dá o nome), um jogo de piões que nos transporta para um campo de batalha e caldeiros de metal suspensos de onde surge uma tempestade marítima.

Ficha artística

Criação e Interpretação: Fernando Mota | Dramaturgia e Traduções: Francisco Luís Parreira | Textos Adicionais: Poesia Popular Afegã, Eduardo Galeano | Direção Cénica: Caroline Bergeron | Música: Fernando Mota | Música Adicional: Braima Galissa, George Gurdjieff, Woody Guthrie | Cenografia: Fernando Ribeiro | Desenho de Luz: José Álvaro Correia | Vídeos: Miguel Quental | Operação Técnica: Catarina Côdea | Produção Executiva: Violeta Mandillo | Atrizes nos Vídeos: Ana Sofia Paiva, Cláudia Andrade e Lucília Raimundo | Vozes gravadas: Ana Sofia Paiva, Cláudia Andrade, Gaspar Vasques, Lucília Raimundo, Serena Sabat e Tiago Mota | Coprodução: Cine-Teatro Louletano, Teatro Aveirense e São Luiz Teatro Municipal | Projeto Apoiado pela República Portuguesa – Cultura I Direção-Geral das Artes

Cruzamentos | Duração: 45 minutos | Classificação etária: maiores 6 anos

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14.maio.2019 [3ª feira] > 11h e 14h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Companhia Caótica > “5 fábulas para não adormecer”

Dirigido a público escolar do Ensino Pré-escolar

Caótica_5 FABULAS_1_Créditos Gonçalo Castelo Soares

crédito foto: Gonçalo Castelo Soares

Um espetáculo sem palavras inspirado em cinco dos sete pecados mortais que, com humor, por um lado critica a obsessão pelo poder, pelo dinheiro e pela competição, e por outro transforma em virtudes os pecados da gula e da preguiça.

Cinco histórias acessíveis a todas as idades, para gozarmos com quem somos e sairmos da sala abraçados uns aos outros.

Ficha artística

Conceção e encenação: Caroline Bergeron | Interpretação: Catarina Mota e Manuel Henriques | Construção de cenário, marionetas e adereços: Catarina Mota e Manuel Henriques | Desenho de Luz: Nuno Figueira | Curadoria e transformação de Imagens: Caroline Bergeron | Trilha Sonora: António-Pedro a partir de Maurice Ravel, de Johann Sebastian Bach e de Edvard Grieg | Produção: Companhia Caótica | Coprodução: LU.CA – Teatro Luís de Camões; Teatro Municipal do Porto e Teatro Virgínia – Torres Novas | Apoio: Direção-Geral das Artes

Teatro de marionetas | Duração: 35 min.  | Classificação etária: maiores 3 anos

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8.junho.2019 [sábado] > 17h30 | Covilhã > Largo Infantaria 21/Jardim Público
Erva Daninha > “E-nxada”

E-nxada®Susana_Neves

crédito foto: Susana Neves

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Espetáculo de circo contemporâneo que remete para a ruralidade, a sua desconstrução e imaginário sob um ponto de vista urbano e contemporâneo. Investigação artística através da relação do corpo e do objeto em cruzamento com a instalação plástica, composição sonora e iluminação.

Partindo da ideia do trabalho original e primário e do seu lugar no espaço urbano atual, escolhemos um objeto que cava os tempos até hoje – a enxada. Símbolo de trabalho, de ligação entre o passado e o presente, de repetição e equilíbrio comuns ao circo contemporâneo.

Ficha artística

Direção artística e conceção plástica: Vasco Gomes, Julieta Guimarães | Interpretação: Jorge Lix, Rodrigo Matos, Vasco Gomes | Iluminação: Romeu Guimarães | Composição sonora: Luís Costa | Cocriação: Erva Daninha, Binaural/Nodar | Coprodução: Teatro Nacional São João | Apoio: Teatro Municipal do Porto, Instituto Politécnico do Porto

Circo Contemporâneo | Duração: 35 minutos | Classificação etária: maiores 3 anos

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14 e 15.outubro.2019 [2ª e 3ª feira] > manhã e tarde | Covilhã > Escolas
Graeme Pulleyn e Fernando Giestas > “E tu Camões, não dizes nada?”

Dirigido a público escolar do Ensino Básico (3º Ciclo)

E tu Camoes©CarlosFernandes

crédito foto: Carlos Fernandes

Ler Lusíadas sem preocupação de saber que estamos a ler um poema épico que tem 10 cantos com estrofes de oito ver­sos, com dez sílabas cada verso, blábláblá blábláblá; que tem proposição, invocação, dedicatória e blábláblá blábláblá, ah e a famosa narração in medias res, blábláblá blábláblá.

Já sabemos isso tudo. Aprendemos na escola. Está aprendido. Agora falta ler Os Lusíadas como se lê um livro. Ler em voz alta. Abrindo, lendo e ouvindo. Pelo prazer de escutar os sons, os ritmos, as emoções, pelo prazer de sentir as palavras na boca, de as saborear, mastigar, cuspir, blábláblá blábláblá.

Ou, citando António José Saraiva, [Os Lu­síadas] “é um livro para ser entoado por recitadores, e não analisado por gramáti­cos. Por vezes interessa pouco o que ele diz, e vale só a língua sonora que percorre os vários graus da escala, uma palavra que esplende, um som rouco de queixa ou um gesto teatral que se entrevê.”* Blábláblá blábláblá.

*em Estudos sobre a arte d’Os Lusíadas

Ficha artística

Com: Graeme Pulleyn e Fernando Giestas (artistas associados do Teatro Viriato) | Produção: Teatro Viriato

Teatro | Duração: 90 minutos | Classificação etária: maiores de 14 anos

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25.outubro.2019 [6ª feira] > 21h30 | Castelo Branco > Cine-Teatro Avenida
Cláudia Dias > “Quarta-feira: o tempo das cerejas”

004_4ª FEIRA tempo das cerejas_©brunosimao_ (1)

crédito foto: Bruno Simão

Quarta-Feira: O tempo das cerejas estreou em Junho, no Festival Alkantara 2018. O cenário é um enorme buraco no meio de uma data de placas de gesso laminado, como se uma bola de ferro gigante tivesse caído num chão de pladur. Ao construir o espaço cénico com o mesmo material de construção usado em milhares de casas portuguesas, para logo de seguida começar a desconstruir, Cláudia Dias e Igor Gandra fazem alusão direta a tudo o que é varrido para baixo do tapete ocidental. Apesar de os bombardeamentos aéreos por parte de forças militares europeias serem hoje em dia facilmente visionáveis na internet ou na TV, a ligação entre os nossos lares e as crateras abertas por mísseis noutro lado qualquer não é tão visível assim. Este buraco negro no meio do Teatro Maria Matos alude a essa ligação causal. Não se trata apenas de mostrar a responsabilidade das sociais-democracias europeias nos massacres que estão a ocorrer agora no resto do mundo. O olho negro no meio do chão é uma imagem de sinal negativo que nos revela o que está por fazer.

Jorge Louraço Figueira

Ficha artística

Direção artística: Cláudia Dias | Artista Convidado: Igor Gandra | Intérpretes: Cláudia Dias e Igor Gandra | Assistente Técnico e Artístico: Karas | Cenário e Marionetas: Igor Gandra e Cláudia Dias | Realização plástica: Eduardo Mendes | Oficina de Construção: Igor Gandra, Cláudia Dias, Karas, Eduardo Mendes, Daniela Gomes e Nádia Soares | Desenho de Luz e Direção Técnica: Nuno Borda de Água | Acompanhamento Crítico: Jorge Louraço Figueira | Residências Artísticas: TMP/Teatro Campo Alegre, Teatro de Ferro, Companhia de Dança de Almada, Centro de Experimentação Artística do Vale da Amoreira | Coprodução: Maria Matos TM, Teatro Municipal do Porto, Centro Cultural de Vila Flor | Produção: Alkantara | Cláudia Dias é artista associada de O Espaço do Tempo.

Dança | Duração: 60 minutos | Classificação etária: maiores 12 anos

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30.outubro.2019 [4ª feira] > 21h30 | Castelo Branco > Cine-Teatro Avenida
Paula Diogo / Má Criação > “L-O-V-E”

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crédito foto: Luís Martins

Em Fragmentos de um Discurso Amoroso, Roland Barthes isola oitenta figuras. Oitenta estruturas de linguagem que integram o discurso amoroso. Não se trata de palavras isoladas, mas rajadas abruptas de linguagem que assaltam o apaixonado. É o discurso amoroso em acção ou, nas palavras de Barthes, “é o apaixonado no trabalho”. L-O-V-E parte deste mapa-labirinto para arriscar uma configuração do discurso amoroso. Ou várias possíveis configurações que sucessivamente se destroem umas às outras. Tentativas e erros até à eventual destruição do discurso ou à latência no corpo. Ou ao silêncio. L-O-V-E tenta. Como Barthes, tenta fixar o esforçar do apaixonado na tentativa – inglória? – de fazer sentido. Ginástica discursiva.

Ficha artística

Projeto: Paula Diogo | Cocriação: Alfredo Martins  | Interpretação: Paula Diogo  | Espaço cénico: Fernando Ribeiro | Desenho de luz: Daniel Worm | Música: Gui Garrido | Apoio à dramaturgia: Linda Dalisi | Produção: Má-Criação | Apoio financeiro: Fundação Calouste Gulbenkian, no âmbito do programa Gulbenkian de Língua e Culturas Portuguesas – Concurso de apoio à criação | Parceiros: ZDB / NEGÓCIO, O Espaço do Tempo, Alkantara

Teatro | Duração: 50 minutos | Classificação etária: maiores 12 anos

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16.novembro.2019 [sábado] > 17h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Quarta Parede > “Cartografias II – criação artística comunitária”

“Cartografias II” é um espetáculo de criação artística comunitária que tem como cocriadores e intérpretes os participantes no Laboratório de Artes Performativas Sénior, uma atividade do Y PÚBLICOS 2018 e 2019. Neste laboratório, propomos realizar uma pesquisa sobre identidade(s) ligada(s) ao concelho da Covilhã e à sua região, guiada pelas linguagens do teatro, da narração de histórias , das artes visuais e pelas memórias e vivências dos participantes.

Este espetáculo surge como um manifesto pelo resgate de narrativas de vida que se perderam no tempo e que – com uma inquietação para a qual ainda procuramos respostas – desejamos confrontar com os dias, os espaços e a sociedade de hoje.

Ficha artística

Direção da componente performativa: Sílvia Pinto Ferreira | Direção da componente de artes visuais: Joana Martinho Marques | Participantes do Laboratório: Alexandra Trindade, Amália Silva, Ana da Conceição Ribeiro, Arminda Ramos, Fernanda Lourenço, Fernando Paiva, Ilda Ribeiro, José Carvalho, Maria Augusta Mineiro, Maria do Céu Marchão, Maria do Céu Tavares e Maria Otília Silva | Paisagem sonora: Defski | Desenho de Luz: Bruno Santos

Cruzamentos| Duração: 60 minutos | Classificação etária: maiores 6 anos

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12.dezembro.2019 [5ª feira] > 21h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Lavoisier 

Lavoisier_©Claúdia Batalhão

crédito foto: Cláudia Batalhão

LAVOISIER é formado por Roberto Afonso e Patrícia Relvas. Nasce com a necessidade interior de criar um diálogo, onde a expressão musical é elevada ao seu expoente mais sensível. Depois de consolidar conceptualmente o projecto na antropofagia adoptada pelos Tropicalistas brasileiros, o primeiro passo para a sua aproximação à música tradicional portuguesa teve origem no trabalho de recolha musical, levado a cabo por Michel Giacometti e Fernando Lopes Graça. Foi através desses registos que se apaixonaram pelo canto do povo português e conheceram as suas maiores fontes de inspiração.

Ficha artística

Voz e Percussões: Patrícia Relvas | Voz e Guitarra: Roberto Afonso | Técnico de som: João Moreira

Música | Duração: 60 minutos | Classificação etária: maiores 6 anos

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14.dezembro.2019 [sábado] > 21h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Augusto Brázio e Nelson D’Aires > Apresentação – Publicações “Viagens na Minha Terra”

Viagens na Minha Terra - Covilhã_crédito Nelson-d-aires

crédito foto: Nelson d’Aires

Augusto Brázio e Nelson d’Aires lançam e apresentam os seus ensaios fotográficos em duas publicações individuais de autor desenvolvidas no concelho da Covilhã durante várias viagens ocorridas entre o fim 2018 e durante 2019 para o projeto Viagens na Minha Terra. Os autores colocaram-se à experiência de ver a paisagem e as pessoas, cruzando-as sobre as linhas imaginárias que traçam as fronteiras do ordenamento do território de Portugal. Com o projeto, “Viagens na Minha Terra”, os autores trabalham sobre três eixos: identidade, território e expectativa – Estes, que nos visitam, que imagem fazem a partir de nós?

Ficha artística

Autores Fotógrafos: Augusto Brázio e Nelson D’Aires | Texto: Fernando Paulouro Neves

Cruzamentos | Duração: 60 minutos | Classificação etária: maiores 12 anos

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Y PÚBLICOS 2019 -EIXO DE PROGRAMAÇÃO ARTÍSTICO-PEDAGÓGICA

 O Y PÚBLICOS valoriza o envolvimento e participação de diferentes segmentos de público no sentido da sensibilização e formação para e com as artes contemporâneas. Propõe-se um conjunto de ações orientadas pela transversalidade entre as artes performativas e outras áreas artísticas, do conhecimento e da vida e conectadas com os espetáculos e atividades do Festival Y#15.

 

Laboratório de Artes Performativas Sénior

O Laboratório de Artes Performativas Sénior (>50 anos) teve o seu início em 2018. Em 2019, o grupo mantêm-se e está aberto a novos participantes. Tendo como epígrafe “Cartografias – do interior para o exterior e vice-versa”, prosseguimos a pesquisa sobre identidade territorial guiada pelas linguagens do teatro, da narração de histórias e das artes visuais. Nesta 2ª edição vamos criar um espetáculo a apresentar no âmbito do Festival Y#15 que terá os participantes como co-criadores e intérpretes.

De 25.fevereiro a novembro (1 sessão semanal à 2ªfeira) Horário: 15h30-17h00

Local: Centro Ativ’Idades da Covilhã

Monitoras: Sílvia Pinto Ferreira e Joana Marques

Atividade gratuita sujeita a inscrição

 

Oficinas Interseções

Oficinas intergeracionais dirigidas à partilha e exploração de materiais e tópicos levantados no Laboratório de Artes Performativas para Seniores. Contempla 1 oficina aberta à comunidade em geral e 3 oficinas com turmas do Ensino Básico do 3ºCiclo, Ensino Artístico e Ensino Secundário.

Oficina com comunidade: data a anunciar

Oficinas com público escolar: data e horário a agendar com as escolas

Atividade gratuita sujeita a marcação

 

Comunidade de Espetadores

A Comunidade de Espetadores pretende criar uma maior aproximação entre o público e a programação do Festival Y#15 através de encontros informais com elementos das equipas artísticas para partilha de sentidos sobre os espetáculos programados.

Público-Alvo: público em geral

Local: Café-concerto do Teatro das Beiras

Sessões:

18.abril > 21h30 > Paradigma de Dinis Machado

27.abril > 21h30 > Mapa de Fernando Mota

14.dezembro > 21h30 > Apresentação das publicações Viagens na Minha Terra – Covilhã

Mediação: Sílvia Pinto Ferreira

Festival Y#15 inicia a 12 de abril

cartaz comemorativo 15 anos Y

Iniciamos a divulgação da 15ª edição do Festival Y com o cartaz comemorativo das edições anteriores, da autoria de José Manuel Castanheira.
O Festival Y#15 terá início no dia 12 de abril, às 21h30, no Auditório do Teatro das Beiras, com o concerto Mano a Mano de André e Bruno Santos.
No próximo dia 4 de abril será apresentado todo o programa.

Festival Y#14 > Masterclass de Fotografia com Augusto Brázio e Nelson D’Aires

cartaz masterclass

COVILHÃ > 29 e 30 setembro | 6, 7, 13, 14, 20 e 21 outubro. 2018

INSCRIÇÕES EM:
https://viagensnaminhaterra.pt/masterclass/

+ INFOS EM:
https://viagensnaminhaterra.pt/masterclass/
ou quartaparedeartesperformativas@gmail.com

Prazo de candidatura até 21 de Setembro 2018

Festival Y#14 – festival de artes performativas > Programa

Cartaz Festival Y#14

O festival Y marca uma vez mais presença nas cidades de Covilhã e Castelo Branco. Através dele, a região pode assistir a espetáculos que de uma forma muito específica marcam a geografia da criação artística contemporânea. Grande parte dos criadores que apresentamos está pela primeira vez no Y, como João Garcia Miguel, Yola Pinto, João Martinho Moura e o músico António Rafael (do conhecido grupo Mão Morta), Joana Guerra ou o coletivo Estupendo Inuendo. Raquel André, Tiago Cadete e a Teresa Silva já tinham sido apresentados no nosso 1º andar-mostra de criadores emergentes, uma aposta que muito nos orgulha termos organizado, e voltam agora com um percurso já deveras reconhecido entre os jovens criadores nacionais. Leonor Keil retorna ao Y como coreógrafa depois de ter participado noutras edições como bailarina.

Apostamos também no cruzamento com a fotografia através dos olhares sobre o território de Augusto Brázio e Nelson D’Aires. A residência dos dois fotógrafos no concelho da Covilhã integra ainda uma masterclass e irá culminar em 2019 com a edição de duas publicações.

A partir do universo temático “Cartografias-do interior para o exterior e vice-versa”, o Y Públicos volta a promover a mediação, sensibilização e formação de públicos através de várias ações artístico-pedagógicas e, também, de encontros com artistas.

Por todas estas razões, é um prazer renovado podermos desfrutar de mais uma edição, a 14ª, junto dos nossos públicos.

Rui Sena, diretor artístico

Programa Festival Y#14 – festival de artes performativas:

15.junho.2018 [6ª feira] > 21h30 | Covilhã > Teatro das Beiras [café-teatro]
Joana Guerra

Joana Guerra_creditos-Isis Araujo

Crédito foto: Isis Araújo

Joana Guerra, cantora e violoncelista, com um percurso artístico interessante entre a improvisação e a composição. Guerra consegue a união iluminada entre a canção e a electro acústica que estabelece em ‘Cavalos Vapor’ – segundo disco a solo com edição da Revolve de Novembro 2016 – um tratado de encanto. Canções impressionistas e experimentais, alinhadas pela hipnose do violoncelo, que se revelam em camadas de luz sobre as quais paira uma voz em chamamento onírico.

É das intérpretes mais transversais no universo lisboeta e com uma presença consistente, não só a solo, mas também no teatro, na dança ou na colaboração intensa com a cena de improvisação livre.

Ficha artística:

Voz, violoncelo, eletrónica: Joana Guerra

Música | Duração: 50 min. | Classificação etária: maiores 6 anos

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19.junho.2018 [3ª feira] > 11h | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Leonor Keil > “Bianca Branca”

Dirigido a público escolar do Ensino Pré-Escolar

Bianca Branca_creditos-Jose Frade

Crédito foto: José Frade

Inspirado no conto “Bianca” de Fausto Gilberti

Branco é a cor preferida da Branca

Há quem diga que branco é uma cor sem ser cor.

Numa empolgante e envolvente confissão

Branca

conta-nos os seus pequenos prazeres, sonhos, medos, desejos todos eles de cor branca.

Quando menos esperamos

podemos ser surpreendidos por um sentimento muito forte

e de repente, o mundo fica de pernas para o ar.

Mas muito mais humano e principalmente mais colorido.

Ficha artística

Coreografia: Leonor Keil  | Cenografia e Figurino: Henrique Ralheta | Desenho de Luz: Wilma Moutinho | Sonoplastia: Sérgio Milhano | Interpretação: Marta Cerqueira | Assistente de Cenografia e Figurino: Sebastião Soares | Elaboração de Cenário: Joana Areal | Produção executiva e agenciamento: Culturproject

Dança | Duração: 25 min. | Classificação etária: maiores 3 anos

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9.outubro.2018 [3ª feira] > 14h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Tiago Cadete > “Pangeia – a partir dos irmãos Grimm”

Dirigido a público escolar do Ensino Básico (1º e 2º Ciclo)

Pangeia©CatarinaEspiga

Crédito foto: Catarina Espiga

PANGEIA é uma viagem sonora e visual pelo universo dos irmãos Grimm em que o palco se transforma num museu imaginário de objetos curiosos, através de sons escutados em headphones. Os objetos remetem para o imaginário dos contos fantásticos, como a floresta cheia de armadilhas, a magia negra da bola de cristal ou os feitiços da bruxa má. Nesta viagem, acompanhada por dois investigadores, vamos descobrir o ponto de vista dos objectos que ilustram os contos. Para isso teremos de seguir as pistas, como fizeram Hansel e Gretel com as migalhas que deixaram no caminho, para poderem depois voltarem a casa.

PANGEIA é um espetáculo para o público juvenil que reúne em palco várias linguagens como o teatro, a dança e as artes visuais, recuperando assim a ideia dos Gabinetes de Curiosidades criados no século XVI que reuniam objectos raros e artefatos da biologia, tornando-­se nos percursores dos museus de arte. A coleção aqui apresentada tem contornos ficcionais: 4 mesas e 200 objetos que representam cada conto.

Ficha artística

Criação e Instalação visual/sonora: Tiago Cadete | Pesquisa de projeto: Tiago Cadete, Jonas Lopes, Leonor Cabral & Bernardo de Almeida | Interpretação: Bernardo de Almeida, Leonor Cabral & João de Brito | Voz off: Alfredo Martins, Ana Mendes, Bruno Alexandre, Alexandre Huca, Catarina Vieira, Célia Jorge, Crista Alfaiate, David Marques, Fabíola Lebre, Isabél Zuaa, Joana Barros, João de Brito, João Sousa, João Villas-Boas, Luís Puto, Marco Paiva, Marina Ana Filipe, Miguel Damião, Paula Diogo, Raquel André, Solange Freitas, Tânia Alves, Tiago Bôto e Wagner Borges | Figurinos: Carlota Lagido | Direção técnica: Nuno Patinho & Carlos Ramos | Projeto financiado por: GDA  – Apoio de Criação | Coprodução: Culturgest – Fundação CGD | Produção e Difusão: EIRA

Cruzamentos | Duração: 50 min. | Classificação etária: maiores 6 anos

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23.outubro.2018 [3ª feira] > 14h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Estupendo Inuendo > “Ele Tem Uma Guitarra e Eu Não Tenho Nada”

Dirigido a público escolar do Ensino Básico (3º Ciclo) e Secundário

Estupendo Inuendo

créditos reservados

Ele Tem Uma Guitarra e Eu Não Tenho Nada é um espetáculo em que se contam estórias. Sim, leram bem. Não são histórias. São estórias. Trágicas, urbanas, negras. Que nunca aconteceram na realidade mas que acontecem todos os dias nas cabeças dos dois personagens que as vão contar: um rockeiro ex-foleiro e um indigente obediente.​

Dois atores, duas cadeiras, duas bananas e uma guitarra contam e cantam estórias a partir do seu universo pessoal. As estórias – assim como toda a ação – são ornamentadas com um trabalho depurado da palavra e do movimento, acompanhados pela musicalidade da guitarra e das vozes e artilhados de comédia, melodrama, clown, poesia e uma relação ímpar com o público.

Ficha artística

Texto: Alexandre Sá | Música: Luís Almeida | Interpretação: Alexandre Sá e Luís Almeida | Dramaturgia, Encenação e Figurinos: Estupendo Inuendo | Projeto Gráfico: Diogo Dias | Fotografia: Pedro Santos | Vídeo: Jworks | Apoio: Clown Laboratori Porto, Nuvem Voadora | Produção: Estupendo Inuendo, Cabe-Cave Associação Cultural

Teatro/Música | Duração: 6o minutos | Classificação etária: maiores 12 anos

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31.outubro.2018 [4ª feira] > 21h30 | Castelo Branco > Cine-Teatro Avenida
Filipe Pereira e Teresa Silva > “Nova Criação”

NOVA CRIACAO_©brunosimao

Crédito foto: Bruno Simão

Começámos esta Nova Criação a formar arquivo, confiando que se captássemos o que fazíamos, poderíamos olhar para o que já aconteceu e assim, tentando não perder o fio à meada, procurar pistas que nos informassem sobre o que poderíamos construir para a frente. A cada nova dança a dois gravámos e projetámos na parede de fundo a filmagem da vez anterior. A partir daqui desenvolvemos um dispositivo cénico que é uma possível materialização do movimento de ida do agora para o passado e para o futuro. Uma mise en abyme ou túnel temporal, que permite ver o que se repete e o que varia, revelando o caminho de construção desta peça.

O curioso é que, entusiasmados a responder ao processo, exageramos, e quanto mais nos filmamos, mais nos reproduzimos e mais nos desmultiplicamos, correndo o risco de confundir imagem e realidade.

Filmar é tentar sobreviver, mas é também mostrar uma morte. Daí surge a necessidade de reformulação constante, porque precisamos sempre de continuar. Não é?

Ficha artística

Direção artística, interpretação, cenografia, figurinos e vídeos de arquivo: Filipe Pereira e Teresa Silva | Direção técnica e desenho de luz: Frederico Godinho | Desenho de som: Rui Dâmaso | Acompanhamento artístico na residência de Novembro 2015: Sabine Macher | Coprodução: Teatro Maria Matos/Festival Temps d’Images Lisboa | Apoio à criação: Circular Associação Cultural e Materiais Diversos | Apoio a residências: 23 Milhas – Fábrica Ideias, Gafanha da Nazaré, Devir/CAPa, Materiais Diversos/Centro Cultural do Cartaxo e Escola Superior de Dança, O Espaço do Tempo e Walk&Talk – Festival de Artes/Teatro Micaelense | Registo videográfico do espetáculo: Mariana Bártolo | Registo fotográfico: Alípio Padilha, Bruno Simão e Maria Gomes | Agradecimentos: André e. Teodósio, David Cabecinha, Horta Seca e O Espaço do Tempo

Dança | Duração: aprox. 50 min.  | Classificação etária: maiores 6 anos

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15.novembro.2018 [5ª feira] >21h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
João Martinho Moura e António Rafael > “NaN: Collider”

nan_collider

Créditos reservados

“NaN:Collider” é um projeto dos artistas António Rafael e João Martinho Moura, dedicado à ciência, às artes e à exploração espacial. Os dois artistas propõem a exploração de dados, técnicas, algoritmos e representações, inspiradas no contexto da pesquisa e desenvolvimento da exploração espacial, criando um concerto audiovisual imaginário. NaN é um tipo de dados numérico que representa um valor indefinido ou não representável, algo impossível de calcular. Collider refere-se a um conceito oposto, algo muito concreto, usado como ferramenta de pesquisa em física de partículas, acelerando as partículas a uma energia cinética muito alta. Os artistas transportam o público ao longo de viagem pelo espaço profundo, começando na terra, explorando formações de galáxias espirais terminando num misterioso tipo de buraco negro, um universo estético minimalista.

Ficha artística

Projeto de António Rafael e João Martinho Moura

Multimédia | Duração: aprox. 35 minutos | Classificação etária: maiores 12 anos

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17.novembro.2018 [sábado] > 17h | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Yola Pinto > “Poeira de Estrelas”

Dirigido a famílias

Poeira_creditos-AnaRitaMendes

Crédito foto: Ana Rita Mendes

Poeira de Estrelas é uma viagem que pretende devolver a experiência de descoberta e de maravilhamento. A partir de gestos, movimentos e materiais elementares o público é convidado a fazer parte do espetáculo, experimentando-o por dentro.

Poeira de Estrelas explora a ideia de que todos somos feitos de matéria estelar, desde o mais pequeno átomo à imensidão do universo.

É um jogo de escalas onde o todo e as partes se refletem entre si e se desdobram continuamente em múltiplas possibilidades.

Ficha artística

Coreografia e interpretação: Yola Pinto | Música: Noiserv | Conceção Plástica: Sara Franqueira | Desenho de Luz: Cristóvão Cunha | Apoio à dramaturgia: Rui Catalão | Produção e direção do projeto: Tânia M. Guerreiro | Produção: [PI ]Produções Independentes | Coprodução: São Luiz Teatro Municipal | Produções Independentes é uma estrutura financiada pelo Ministério da Cultura / Direção Geral das Artes | Projecto financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian | Espetáculo criado no âmbito do projeto Viagem na Terra

Dança/Música | Duração: 40 minutos | Classificação etária: maiores de 6 anos

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24.novembro.2018 [sábado] > 21h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Sofia Neuparth/CEM > “Sopro”

Sopro de_Play Bleu

Crédito foto: Play Bleu

SOPRO é um estudo do nascer do gesto que traz ao encontro a alegria de ser movimento! Não se é corpo sozinho.

O prazer de esticar um braço, rebolar, olhar para o céu, tocar o ar, sentir a terra a beijar os pés…dançar. Há uns anos fui descobrindo que o movimento pode fazer-se gesto e que a dança poderia ser a poesia do gesto. Cada forma que se vai fazendo forma, dança a dança que dança…assim possa…e ninguém sabe o que pode um corpo! Seja corpo água, pássaro, luz, nuvem, flor, erva, som, insecto, girafa, peixe. Nunca ressoou em mim a tristeza dos humanos (muitos deles supostamente dedicados à “dança”) quando expressam a incapacidade de “criar” um momento dançante… não que em Sofiez a dança se faça linda e brilhante a todo o momento mas a alegria, o amor de poder dançar, o agradecimento de poder dançar é uma força imensa!

Acompanhei ao longo do caminho da existência vidas complicadas em que o movimento não podia mesmo aparecer, em que o corpo físico se viu enjaulado numa imobilidade cruel. Bem dentro do meu coração acompanhei os últimos anos de quem amo muito, alguém que em criança era selvagem e aventureira e atrevida, alguém que se foi fechando numa concha de não movimento até que qualquer gesto se tornou impossível…e nós humanos aqui a desperdiçar a vida, a inventar complicações que justifiquem a nossa falta de girar, gritar, saltar, existir!

O SOPRO é um grito, um sussurro, uma canção, um beijo, um sopro de amor de existir…não é uma boa dança ou uma dança feia ou…é dança, com a companhia de quem vibra lado a lado, a Margarida na atmosfera e o Bruno na música, e sabem porque danço? porque posso! E que o mundo dance! que a dança dance! que o corpo possa!

Ficha artística

SOPRO é um Solo de dança de Sofia Neuparth | Atmosfera em presença: de Margarida Agostinho | Música: de Bruno de Azevedo | Produção: c.e.m – centro em movimento, Cristina Vilhena | Imagens do projecto: Play Bleu

Dança | Duração: 60 minutos (aprox.| Classificação etária: maiores 6 anos

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29.novembro.2018 [5ª feira] > 21h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras 
Raquel André > “Colecção de Amantes”

Raquel Andre-ColeccaoAmantes_fotoTiagodeJesusBras

Crédito foto: Tiago de Jesus Brás

Raquel André colecciona coisas raras. Entre Lisboa, Ponta Delgada, Rio de Janeiro, Loulé, Minde, Paredes de Coura, Sever do Vouga, Ovar, Manaus, Barreiro, Bergen, Stavanger e Oslo, Varzóvia, Cincinnati e Portland já coleccionou 180 amantes (até Setembro 2018), pessoas de todas as nacionalidades, géneros e idades, que aceitaram encontrar-se com ela num apartamento desconhecido para ambos e, em uma hora, construíram uma intimidade ficcionada, capturada pela memória e por fotografias. A cada cidade por onde viaja coleciona mais amantes, o espetáculo vai acumulando os novos encontros. As fotografias e os detalhes destes encontros são o conteúdo do espectáculo, que conta o que esta colecção de relações pode significar. O que estamos à procura quando encontramos alguém? Na era do e-mail, facebook, instagram, tinder e grinder, tornámo-nos hábeis em ficcionar intimidades. Postamos o que comemos, o que beijamos, onde vamos, o que pensamos e lemos, o que gostamos e não gostamos – tudo traduzido em views, likes e comments.
A colecção de Raquel é o resultado de uma obsessão pelo fascínio dos terabytes de informação que existem no minúsculo movimento do outro. É uma reflexão sobre intimidade que é explorada de um para um e amplificada em palco, tudo real e tudo ficcionado. Cada vez que a porta se abre para um novo amante, Raquel André cai no abismo que é o outro, e ficção e realidade confundem-se. Cada encontro é real. O flirt é real. A intimidade parece ser mais real do que ficcionada. E Raquel, coleccionadora obcecada, guarda cada encontro na sua colecção peculiar, efémera e infinita.

Este trabalho faz parte do seu projeto de Colecção de PessoasColecção de AmantesColecção de ColeccionadoresColecção de Artistas e Colecção de Espectadores.

Colecção de Amantes – OPEN CALL COVILHÃ um convite de Raquel André para um encontro a dois: Convido todas  as pessoas interessadas a fazerem parte desta Colecção – todos os géneros, maior de 18 anos. Convido-te para durante uma hora, ficcionarmos uma intimidade, criarmos uma situação ficcionada do que é uma intimidade para ti numa relação a dois, e documentarmos esse momento com pelo menos uma fotografia. Esta Colecção é uma vertigem das possibilidades de um encontro entre duas pessoas, será um prazer conhecer-te. 

Encontros a decorrer na Covilhã nos dias 26 e 27.novembro.2018, em local e horário a anunciar às pessoas inscritas. Para + info contactar a Quarta Parede.

Ficha artística

COLECÇÃO DE AMANTES de Raquel André | Criação: António Pedro Lopes, Bernardo de Almeida e Raquel André | Música: noiserv | Desenho de Luz: Rui Monteiro  | Adaptação de Luz e Direção Técnica em Tour: Carin Geada | Desenho de Som: João Neves | Produção Executiva: Missanga | Apoios Fundação GDA e apap-Performing Europe 2020 – a project co-founded by Creative Europe Programme of the European Union

Teatro | Duração: 60 minutos | Classificação etária: maiores 16 anos

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5.dezembro.2018 [5ª feira] > 21h30 | Castelo Branco > Cine Teatro Avenida
João Garcia Miguel > “A Casa de Bernarda Alba”

Casa Bernarda Alba_fotoJoaoGarciaMiguel

Crédito foto: João Garcia Miguel

“Neste momento dramático, o artista deve rir e chorar com o povo. É preciso largar o molho de lírios e mergulhar até à cintura na lama para ajudar os que buscam lírios. De minha parte, tenho uma necessidade genuína de me comunicar com os outros. Por isso bati às portas do teatro e agora dedico a ele todos os meus talentos.”

Federico Garcia Lorca

 

Sinto a poesia, a vida, o olhar e a missão artística de Federico Garcia Lorca como uma conexão profunda com a terra e o corpo. Esses são como parceiros e cúmplices de sempre, antigos. A ligação com a escrita e o universo de Lorca é um entendimento do cosmos, uma herança perdida e reencontrada que se funda na lama em que se mergulha, procurando a sementes de flores. E música. A escolha de A Casa de Bernarda Alba é um apelo contra o isolamento que aumenta no mundo. É por isso um libelo, um resistir. Regressam as “Bernardas Albas” crescendo à luz cruel dos nossos dias, como monstros que despedaçam vidas. As “Bernardas Albas” fecham as casas, que é como quem diz, as nossas instituições e são a cada dia mais coercivas. As oportunidades não iguais para todos. Propagam discursos onde subentendem mecanismos de repressão e censura como se defendessem liberdades. Fazem-nos confusos. A diminuição da liberdade do indivíduo é uma atividade diária, uma sucessão de acontecimentos que não se conseguem repudiar e que nos acometem e acantonam em “existências prisão”. O medo. A ameaça da “morte do pai” – aquele que nos pode salvar e conduzir a um futuro melhor e brilhante é constantemente invocado. Fazem-nos órfãos do futuro e do passado. A exacerbação do presente ameaçador e perigosos é uma força que asfixia e atrofia os músculos do entusiasmo e da vontade de viver. Por oposição natural, a força da terra e da Deusa Mãe reacende-se e ressurge de modo confuso e paradoxal. O medo do corpo que se infantiliza e recusa morrer, procurando fixar-se num perpétuo presente imutável, amplia a perceção dos cinco sentidos. Na peça, é a morte do pai que precipita a clausura e opressão das mulheres. No mundo, é a separação do passado e a desagregação do presente que levanta sentimentos de desproteção e autoriza a escalada da opressão. Ao futuro só chegaremos se formos obedientes e cumprirmos todas as regras. As que existem e as que ainda serão criadas. As irradiações de poderes autoritários disfarçados de democracia, exercem crescente influência limitadora da liberdade individual. O gigantismo das grandes instituições e estruturas sociais adaptadas a uma globalização invasiva, desenvolvem formas de despotismo aberto, sem pudor nem freio que as contenham. É o poder das novas ditaduras sociais que em nome da segurança, impõem ao cidadão global regras de conduta e de transparência que condenam a intimidade e a privacidade – como Bernarda Alba o exerceu em sua casa. Essas novas formas de poder surgem associadas às ordens e regras que as instituições sociais nos vão suave e gentilmente agrilhoando. O corpo e a terra precisam de falar. Demos-lhe a voz que Lorca nos deixou.

Ficha artística

Texto Original: Federico García Lorca | Direção e Espaço Cénico: João Garcia Miguel | Elenco (ainda por confirmar): Sean O’Callaghan, Sara Ribeiro, Paula Liberati, Duarte Melo | Figurinos: Rute Osório de Castro | Assistência à Encenação: Rita Costa e Eurico D’Orca | Direção de Produção em Portugal: Georgina Pires | Consultoria de Imagem e Comunicação em Portugal: Alcina Monteiro | Apoio Técnico: AUDEX | Uma coprodução: Companhia João Garcia Miguel, Teatro Ibérico, DGARTES | Governo de Portugal, Teatro-Cine de Torres Vedras, Junta de Freguesia do Beato | IEFP

Teatro | Classificação etária: maiores 12 anos

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julho-dezembro.2018 | Concelho da Covilhã
Augusto Brázio e Nelson D’Aires > Residência de Fotografia “Viagens na Minha Terra”

Projeto de continuidade 2018-2019

SOLAR

Crédito foto: Nelson D’Aires

EXPERIENCIAR E VER O CONCELHO PELA COMUNIDADE E PELA CULTURA DA COVILHÃ

Com o projeto “Viagens na Minha Terra”, os autores fotógrafos, sempre que desafiados a explorar fotograficamente um novo concelho, são confrontados com os problemas: identidade, território e expectativa. Neste projecto, os autores, trabalham em vários planos, mas talvez o que mais o caracteriza e define, é o de mostrarem, primeiro, o seu trabalho, as suas experiências e emoções, ao povo que o viu ser feito, e que se interroga: Estes, que nos visitam, que imagem fazem de nós? Esta é a pergunta latente por quem se cruza com os autores, seja como observador ou como fotografado. Augusto Brázio e Nelson d’Aires sabem que, “o verdadeiro conteúdo de uma fotografia é invisível, porque deriva de um jogo, não com a forma, mas com o tempo” (John Berger, 1972). Em cada viagem o jogo é lançado. A performance da fotografia oscila na variação da intensidade entre a consciência dos pólos de ausência e presença.

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Y PÚBLICOS 2018 -EIXO DE PROGRAMAÇÃO ARTÍSTICO-PEDAGÓGICA

O Y PÚBLICOS valoriza o envolvimento e participação dos públicos (crianças, jovens e adultos) no sentido da sensibilização e formação para e com as artes contemporâneas. Propõe-se um conjunto de ações orientadas pela transversalidade entre as artes performativas e outras áreas artísticas, do conhecimento e da vida e conectadas com os espetáculos e atividades do Festival Y#14.

Laboratório de Artes Performativas para Seniores

Neste laboratório dirigido a seniores (> 50 anos) os participantes serão envolvidos numa pesquisa sobre identidade territorial guiada pelas linguagens do teatro, da narração de histórias e das artes visuais.

De 19.junho a dezembro (1 sessão semanal) Horário: 16h00 Local: Centro Ativ’Idades da Covilhã Monitoras: Sílvia Pinto Ferreira e Joana Marques

Atividade gratuita sujeita a inscrição

 

Oficinas Interseções

Oficinas intergeracionais dirigidas à partilha e exploração de materiais e tópicos levantados no Laboratório de Artes Performativas para Seniores. Contempla 1 oficina aberta à comunidade em geral e 3 oficinas com turmas do Pré-Escolar e do Ensino Básico.

Oficina com Comunidade em geral: 20.outubro / 16h00 / Centro Ativ’Idades da Covilhã

Oficinas com público escolar: data e horário a agendar com as escolas.

Atividade gratuita sujeita a marcação

 

Masterclass de Fotografia “Viagens na Minha Terra”

Masterclass integrada no projeto “Viagens na Minha Terra” dos fotógrafos Augusto Brázio e Nelson d’Aires com várias ações no Festival Y#14 e Y#15. A juntar à possibilidade de compreender aspectos próprios da fotografia, a formação inclui explorações fotográficas no terreno e permite a construção de vários projetos pessoais com acompanhamento dos fotógrafos-formadores.

Público-Alvo: Pessoas interessadas em fotografia profissionais ou não > 16anos

Início: 29.setembro (sessões realizadas ao fim-de-semana)

Duração: 36 horas, divididas em 9 sessões de 3 horas cada. Preço: 25€/Público em geral 12,50€/Estudantes

 

Comunidade de Espetadores

Depois da 1ªedição no Y#13, estão de regresso os encontros entre espetadores e equipas artísticas à volta de 3 espetáculos do Festival Y#14.

Público-Alvo: público em geral Local: Café-concerto do Teatro das Beiras

Dias: Poeira de Estrelas de Yola Pinto > 17.novembro > 15h00

          Sopro de Sofia Neuparth/CEM > 24.novembro > 21h30

          Colecção de Amantes de Raquel André > 29.novembro > 21h30

[após espetáculo, excepto em Sopro que será antes do espetáculo]

Mediação: Sílvia Pinto Ferreira

 

CARTOGRAFIAS I

Apresentação de exercício performativo a partir da pesquisa sobre identidade territorial desenvolvida pelos participantes do Laboratório de Artes Performativas para Seniores.

Público-Alvo: público em geral Dia: 08.dezembro Local: Auditório do Teatro das Beiras Horário: 21h30

Atividade gratuita sujeita a marcação

Festival Y#14 – Abertura com Joana Guerra, a 15 de junho

Joana Guerra_creditos-Isis Araujo

15.junho.2018 > 21h30

Covilhã > Teatro das Beiras [café-teatro]

Apresentação do Programa completo do Festival Y#14 – festival de artes performativas e abertura com concerto de Joana Guerra.
Joana Guerra, cantora e violoncelista, com um percurso artístico interessante entre a improvisação e a composição. Guerra consegue a união iluminada entre a canção e a electro acústica que estabelece em ‘Cavalos Vapor’ – segundo disco a solo com edição da Revolve de Novembro 2016 – um tratado de encanto. Canções impressionistas e experimentais, alinhadas pela hipnose do violoncelo, que se revelam em camadas de luz sobre as quais paira uma voz em chamamento onírico.
É das intérpretes mais transversais no universo lisboeta e com uma presença consistente, não só a solo, mas também no teatro, na dança ou na colaboração intensa com a cena de improvisação livre.

Ficha artística:
Voz, violoncelo, eletrónica: Joana Guerra

Reservas para 968 057 137 ou para o email quartaparedeartesperformativas@gmail.com

Festival Y#14 – festival de artes performativas | Apresentação e Abertura

Cartaz Festival Y#14Conceção cartaz: José Manuel Castanheira

Festival Y#14 – festival de artes performativas decorre de 15 de junho a 8 de dezembro de 2018.

15 de junho – apresentação da programação completa do Festival, seguindo-se concerto a solo com a cantora e violoncelista Joana Guerra. Às 21h30, no Café-Concerto do Teatro das Beiras [Covilhã].

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